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    Diretor de Itaipu participa de evento sobre integração energética e usinas binacionais




    General Joaquim Silva e Luna, diretor-geral brasileiro da usina, foi um dos convidados a falar sobre integração energética e usinas binacionais em evento on-line promovido pelo Parlamento do Mercosul


    Fotos: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional

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    O diretor-geral brasileiro da Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, foi um dos participantes do quinto ciclo de debates do Seminário de Integração Elétrica no Mercosul: Situação Atual e Perspectivas, promovido pelo Parlamento do Mercosul (Parlasul). O evento foi realizado virtualmente, na manhã desta segunda-feira (16), através da plataforma Zoom, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Parlasul.

    O seminário teve como objetivo compreender melhor a contribuição das centrais hidrelétricas binacionais para a integração elétrica regional, para a redução da queima de combustíveis fósseis, melhoria do meio ambiente e prevenção de emissões de gases de efeito estufa, bem como para o desenvolvimento regional e para buscar formas de avançar rumo a uma melhor e maior integração elétrica.

    Foram convidados a falar os representantes de duas usinas: Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai, e Salto Grande, entre Argentina e Uruguai. Além de Silva e Luna, fizeram apresentações o engenheiro Hugo Zarate Chávez, que representou o diretor-geral paraguaio da Itaipu, Ernst Bergen; e, em nome da Central Hidrelétrica Binacional Salto Grande, falaram Daniel Arcieri, vice-presidente da delegação uruguaia, e Luis Benedetto, presidente da delegação argentina da usina.

    Ricardo Canese, membro da Comissão de Infraestrutura do Parlamento do Mercosul, conduziu o encontro, destacando a busca por um “processo de integração elétrica que nos permita avançar para uma matriz elétrica mais limpa, renovável, com custos mais baixos para o benefício da região”.

    Presidente do Comitê Brasileiro da Comissão de Integração Elétrica Regional (Bracier), Silva e Luna destacou que, em um mundo cada vez mais interconectado e interdependente, a integração energética é uma consequência inadiável. “Mas é preciso de um ambiente favorável e seguro para que ela possa ocorrer, pois se um elo for fraco, toda a cadeia será fraca”, disse.

    Segundo ele, “o Brasil tem um ambiente favorável para ampliar a interconexão energética, pois além de ter fronteiras com dez países, também tem um potencial hidráulico relevante”. Por fim, lembrou os benefícios ambientais que Itaipu já proporcionou à região e o desenvolvimento regional que a usina possibilita não só à região onde se encontra, no Brasil, mas também ao Paraguai como um todo.



    Em sua fala, o superintendente de Operação adjunto da Itaipu, Hugo Zarate Chávez, apontou o potencial da usina em relação à redução da emissão de gás carbônico: “nos últimos anos foi possível diminuir de 2,68 milhões de toneladas para dois milhões de toneladas, isso desde 2016”, disse.

    Benedetto e Arcieri, de Salto Grande, concluíram o encontro enumerando as diferentes contribuições da usina para o desenvolvimento regional, tais como “a disponibilidade do lago de extração de água para irrigação, a ponte ferroviária internacional que ligaria o norte da Argentina ao Uruguai, o emprego direto e indireto na região, o desenvolvimento do turismo e a cobertura de emergências médicas na área do complexo".

    O último evento do Ciclo de Debates que acontece no dia 7 de dezembro e terá como tema principal a “Visão das organizações cidadãs em um projeto de integração elétrica regional e sua contribuição para a melhoria do meio ambiente”. O objetivo do Seminário é gerar um debate sobre a conveniência de uma maior e melhor integração elétrica regional e também estabelecer quais devem ser os objetivos e as características de tal integração.


    A Itaipu

    Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, 2,7 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. A hidrelétrica é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai.


    Fonte: Assessoria


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