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    Auxílio de Itaipu garante sustento de associação de catadores por seis meses


    A Associação de Entre Rios do Oeste é uma das vinculadas ao Programa Coleta Solidária, da Itaipu.

    Os profissionais da Associação Entrerriense de Catadores (Asec), de Entre Rios do Oeste, receberam na semana passada, cestas básicas e materiais de higiene e limpeza comprados com parte do fundo de auxílio eventual concedido pela Itaipu para ajudar as entidades a enfrentarem a pandemia da covid-19. O valor será vital para manter a entidade e os catadores pelos próximos seis meses. A Asec é uma das associações vinculadas à Itaipu por meio do programa Coleta Solidária e que receberá auxílio neste tempo de pandemia.

    “Os recursos do auxílio eventual da Itaipu são uma importante ajuda para garantir um mínimo de condições para as entidades que  prestam um inestimável trabalho socioambiental na região. Com esta ajuda, Itaipu faz sua parte para que a Associação passe pela crise enquanto não for possível retomar as suas atividades”, afirmou coordenador do Grupo de Trabalho Estratégico da Covid-19 da Itaipu

    O valor será usado para a compra de máscaras de proteção, cestas básicas, kits de material de higiene pessoal e produtos de limpeza, materiais de primeiro socorro, além de outros produtos destinados aos catadores, às suas famílias e à própria entidade. Quatro containers para os resíduos também foram comprados com parte do valor.



    A Asec foi fundada em novembro de 2010, com o objetivo de realizar a coleta do material reciclado do município, trazendo impacto social, econômico e ambiental. Atualmente, seis catadores trabalham na associação e a venda do material reciclado corresponde a toda a renda destes profissionais. Nos últimos meses, foram coletadas 18 toneladas de materiais reciclados em Entre Rios do Oeste.

    Auxílio eventual

    A margem brasileira da Itaipu destinou R$ 5,5 milhões do fundo de auxílio eventual para ajudar entidades humanitárias que perderam renda em consequência da pandemia da covid-19, na região Oeste do Paraná. Inicialmente, o recurso era de US$ 250 mil, (cerca de R$ 1,3 milhão), mas a empresa aumentou o auxílio para os R$ 5,5milhões que vão atender no total 76 instituições. 

    Ao todo, a usina já investiu R$ 23 milhões no combate à doença. O valor inclui a reestruturação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, mantido pela usina, com recursos de R$ 15 milhões, e um convênio de R$ 4 milhões, em parceria com o governo do Estado, para contratação de bolsistas da área de saúde em todo o território do Paraná, entre outras medidas. Todas as ações seguem as diretrizes do governo federal para ajudar os mais vulneráveis.

    Fonte: Assessoria



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