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    PCPR deflagra operação e cumpre mandados judiciais em Fazenda Rio Grande

    PCPR deflagra operação e cumpre mandados judiciais em Fazenda Rio Grande

    A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou a segunda fase da operação “Pandora”, na quinta-feira (31), no bairro Iguaçu, em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Com o objetivo de combater o crime de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro, a PCPR cumpriu sete mandados judiciais, sendo quatro de prisão e três de busca e apreensão.

    Durante a ação foram apreendidos mais 42 pinos de cocaína, 42 buchas de cocaína e 34 pedras de crack, além de um revólver calibre 38 e munições, que estavam em um suposto ponto de venda de drogas. A PCPR também apreendeu documentos diversos pertinentes às investigações criminais, inclusive sobre a lavagem de dinheiro decorrente do narcotráfico.

    De acordo com a investigação, trata-se de uma célula de grupo criminoso envolvido com a venda de entorpecentes e lavagem de dinheiro. Ainda conforme apurado, o líder do esquema seria um homem que cumpre pena por outros crimes e que administrava o grupo de dentro do sistema prisional. Ele teria constituído uma “empresa familiar” que servia de fundo para o narcotráfico e a lavagem de dinheiro.

    Todos os quatro mandados de prisão foram cumpridos no sistema prisional. Os suspeitos têm entre 26 e 37 anos.

    PRIMEIRA FASE - Na primeira fase da operação “Pandora” foram apreendidos vários tipos de drogas em diferentes pontos de venda ilegal de entorpecente comandados pelo grupo criminoso, pistola calibre .40, balança de precisão, rádios HT, colete balístico, dinheiro provenientes do tráfico, documentos relativos à lavagem de dinheiro e demais apetrechos utilizados na prática do delitos. Nessa ocasião, três pessoas, sendo um homem de duas mulheres, foram presas.

    Todos os suspeitos presos na operação “Pandora” foram indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas e participação em organização criminosa. Eles já respondem ao respectivo processo criminal, podendo ser condenados a até 33 anos de prisão, além de pagamento de multas.

    Fonte: PCPR


    Por: Dr Flavio
    CEO - República De Curitiba Oficial
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