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    Lava Jato - Léo Pinheiros devolverá 45 milhões aos cofres públicos

    Lava Jato - Léo Pinheiros devolverá 45 milhões aos cofres públicos

    Com acordo de delação premiada, Léo Pinheiro deve pagar R$ 45 milhões de multas e reparação dos danos

    Ex-empreiteiro da OAS foi condenado em cinco ações penais na Justiça Federal do Paraná relacionadas à Operação Lava Jato.

    O acordo de delação premiada de Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, determina que ele pague a quantia de R$ 45 milhões. O empreiteiro foi condenado em cinco ações penais na Justiça Federal do Paraná relacionadas à Operação Lava Jato.

    Este valor, segundo o acordo, será dividido em três partes:

    R$ 20 milhões de multa
    R$ 20 milhões de reparação do dano
    R$ 5 milhões de multa penal

    O acordo foi assinado em dezembro de 2018 pela então procuradora-geral da República Raquel Dodge. Agora, os termos do acordo estão disponíveis no processo eletrônico da Justiça Federal.

    Léo Pinheiro está em prisão domiciliar desde 17 de setembro, com o uso de tornozeleira eletrônica. Ele estava preso desde setembro de 2016.

    Antes de passar a cumprir prisão domiciliar, o empreiteiro estava detido na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba. O regime do empreiteiro progrediu devido a homologação da delação premiada.

    O acordo prevê que Léo Pinheiro cumpra, em São Paulo (SP), cinco anos e três meses de reclusão domiciliar.

    Depois, cumprirá pena de cinco anos e três meses de reclusão no regime semiaberto e mais cinco anos e dois meses no regime aberto.

    A defesa de Léo Pinheiro informou ao G1 que não vai se manifestar.

    Léo Pinheiro diz que triplex é de Lula
    Léo Pinheiro fez acusações contra o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva – também condenado na Lava Jato – perante a Justiça. Ele afirmou que o triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, pertencia a Lula.

    Quando começou a fornecer informações do caso ao para a força-tarefa da Lava Jato, o empreiteiro ainda não havia assinado o acordo de colaboração. As declarações eram de caráter espontâneo.

    A homologação da delação, ocorreu em setembro deste ano no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Fonte: G1

    Por: Dr Flavio
    CEO - República De Curitiba Oficial
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